quinta-feira, 24 de janeiro de 2013






Bom, vamos lá! Em primeiro lugar, uma feliz quinta/sexta feira a todos! Muita Luz e paz neste dia e um final de semana maravilhoso!

A uns dias atrás, falei aqui sobre o livro "Cristo - O Senhor" da Anne Rice. Bem, acabei de terminar a leitura e estou sem palavras.

É isso, a anos um livro não me marca tanto, a anos eu não curto tanto um livro como curti este primeiro livro da serie "Cristo - O Senhor"... e querem saber porque?

Primeiro, pela autora... Só quem já leu, sabe como as narrativas, geralmente em primeira pessoa, da autora, nos prendem. Seus livros são realmente emocionantes, excitantes até! 

E com este "Cristo - O Senhor - A Saída do Egito" não é diferente. Nele, Jesus bar José, ou Yeshua nos conta, em primeira mão como foi sua infância, relata seus medos, seus anseios, como toda criança normal. O que marca nesta fase é a busca incessante de um Jesus com dúvidas, que tem um certo "poder", mas não entende e não compreende o porque, até descobrir o que aconteceu no seu nascimento. 

E a pesquisa histórica... Ah, a pesquisa histórica... Quem já leu Anne Rice sabe que ela não poupa esforços para nos dar cada pequeno detalhe da época em que se passam suas histórias. Mesmo sendo ficção, se você quer saber o que realmente se passa em determinada época, históricamente falando, deve ler Anne Rice. 

Neste livro, ela surpreende ainda mais ao, no final do livro, nos indicar cada passo que seguiu em suas pesquisas, com autores, livros, fontes, desde 1974 quando publicou seu primeiro romance " Entrevista Com o Vampiro". 

Devo lembrar que, um fato que eu não sabia, Anne Rice foi uma Atéia convicta por 30 anos, e casada por 41 anos com Stan Rice, um poeta e Ateu convicto. E justamente por estar ligada ao Ateísmo é que ela resolveu empreender a pesquisa que culminou não só neste livro realmente belo, mas também no seu retorno para a fé em Cristo, para a fé em Deus. Anne Rice, desde 1998 voltou para a Igreja Católica, a qual havia voluntariamente abandonado 30 anos antes. 

Mas, não é só isso. 

Este realmente é um livro que deve ser lido por toda e qualquer pessoa, seja ela Ateu, Judeu, Católico, Evangélico, Mulçumano, Espírita, Maçom, Thelemita, enfim... É um livro que deve ser lido, devorado, por todos. 

A narrativa é tão envolvente, que chega a parecer uma psicografia, de tão detalhada. 

É o tipo de história que vale a pena ler para os filhos a noite. 

Recomendo.

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M.